Quarta-Feira, 22 de Maio de 2019
Brasil

Polícia divulga nome dos assassinos que mataram 8 em escola de Suzano

Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, invadiram escola em SP

Por: Vale Agora Web em 13/03/2019 às 21:28

201903131359_2c9f4a7e60A polícia divulgou os nomes dos assassinos que mataram 8 pessoas, sendo 4 adolescentes, na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo.

São eles: Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos. Os dois cometeram suicídio em seguida. Castro completaria 26 anos no próximo sábado.

O ataque ocorreu por volta das 9h30 desta quarta-feira (13). Quatro dos mortos no local são alunos do ensino médio. Outros dois adolescentes foram socorridos, mas morreram no hospital. Duas das vítimas são funcionárias da escola.

Ataque

Os autores do crime chegaram à escola em um carro branco, que foi alugado por um dos assassinados. Eles entraram pela porta da escola, que estava aberta (veja no vídeo abaixo).

“Eles ingressaram na escola, atiraram na coordenadora pedagógica, atiraram numa outra funcionária. Estava na hora do lanche, eles se dirigiram ao pátio, atiraram em mais quatro alunos do ensino médio. Nesse horário, só havia alunos do ensino médio, e [os autores do ataque] dirigiram-se ao centro de línguas. Os alunos do centro de línguas se fecharam na sala com a professora e eles [criminosos] se suicidaram no corredor”, disse o coronel Marcelo Salles, comandante-geral da PM.

O coronel Salles afirmou que, antes de entrar na escola, os criminosos balearam um homem em um lava-rápido próximo à escola. Ele passa por cirurgia na na Santa Casa de Suzano e está em estado gravíssimo.

Arsenal

Dentro da escola, a polícia encontrou um revólver 38, quatro jet luders, que são plástico para recarregamento de arma, uma besta (um tipo de arco e flecha que dispara na horizontal), um arco e flecha tradicional e garrafas que aparentam ser coquetéis molotov. Guilherme, um dos autores do ataque, tinha uma espécie de machado na cintura.

Há ainda uma mala com fios. O esquadrão antibombas foi chamado, mas a polícia ainda não informou se havia material explosivo no local.

Por Redação com G1 

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