Segunda-Feira, 10 de Dezembro de 2018
Alagoas

Chegou a vez de levar o Guerreiro para a escola Hermínio Cardoso, em Fernão Velho.

Por: Vale Agora Web em 24/07/2018 às 9:31

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Durante 3 dias de jogos, palestras e apresentação, a comunidade escolar de Fernão Velho irá conhecer e se aproximar do Guerreiro, único folguedo genuinamente alagoano.
Sidinéia Tavares_ assessoria
Em sua última etapa da fase ‘Conhecer’, o Projeto Alagoas Nossa Terra na Escola irá apresentar para estudantes da Escola Hermínio Cardoso, em Fernão Velho, Maceió, o Guerreiro, o folguedo genuinamente alagoano. Durante os dias 25, 26 e 28 as crianças adolescentes a adultos irão vivenciar a história do Guerreiro através de atividades lúdicas e palestras com o Grupo de Guerreiro Mensageiros do Padre Cícero, comandado pelo Mestre André Joaquim, considerado patrimônio vivo da cultura alagoana.
A ação é voltada para mais de 500 estudantes da rede pública municipal, entre crianças de oito anos e idosos de 64 anos, com a proposta de levar conhecimento sobre folguedos populares.
O projeto ainda possui as etapas Tempo de Desenvolver e Tempo de Compartilhar, que serão trabalhadas até o final do ano letivo, com atividades semanais de música, arte cênicas e indumentária. Além disso, haverá oficina sobre empreendedorismo, visando criar uma Feira Criativa no bairro Fernão Velho.
Guerreiro Mensageiros de Padre Cícero
O Guerreiro Mensageiro do Padre Cícero foi criado em 1963 por Mestre Venâncio. Após a morte de Mestre Venâncio, André Joaquim assumiu o comando do grupo, que hoje é formado por 25 integrantes, entre crianças e idosos.
Em 2011, Mestre André foi considerado patrimônio cultural vivo de Alagoas. Ele conta que, apesar de ser natural de Olho D’água das Flores, aprendeu a dançar guerreiro na cidade de Palmeira dos Índios, com a Mestra Zefa Bispo. Ele também se inspirou no pai, José Joaquim, que era músico de um grupo de reisado.
Ao chegar na Capital Alagoana, Mestre André procurou uma forma de brincar o guerreiro no bairro Eustáquio Gomes, ele ensinava os passos e a batida do folguedo para os amigos e rapidamente foi formado um grupo de 20 pessoas. “O que era apenas uma brincadeira, tornou-se uma opção de diversão e entretimento para nós e para a comunidade”, explica.
Os chapéus do grupo são criados pelo próprio mestre André, que faz questão de repassar o conhecimento para os companheiros da brincadeira folclórica.

Alagoas Nossa Terra na Escola
O Projeto é uma iniciativa do Instituto Boibumbarte, atualmente trabalhando como Ponto de Cultura, com o patrocínio da Prefeitura de Maceió, através da Fundação Municipal de Ação Cultural, Projeto Cultura Viva, Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Governo Federal.
Fotos, informações e todo calendário de ações do Projeto estão disponíveis no endereço eletrônico: https://www.boibumbarte.com.br/naescola

Da Redação

 

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