Segunda-Feira, 25 de Junho de 2018
Esportes

Marcelo Cabo: “Taticamente, foi a melhor partida do CSA”

Por: Vale Agora Web em 11/06/2018 às 9:37
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS

FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS

O técnico Marcelo Cabo falou à imprensa, em coletiva após o empate sem gols diante do CRB, no Rei Pelé, e garantiu ter saído satisfeito do Trapichão após somar um ponto contra o maior rival. Para o treinador, o clube marujo fez, no aspecto tático, a melhor partida até aqui nesta Série B. Ainda na opinião do comandante azulino, o time do Mutange só não saiu de campo vitorioso porque não foi eficiente o bastante para balançar a rede do goleiro João Carlos, na tarde deste sábado, pela 10ª rodada da Série B.

“As duas equipes marcaram muito bem. Fiquei satisfeito com meu time, principalmente no aspecto tático. Foi a melhor partida até aqui, superando, inclusive, a partida contra o Oeste”, disse o treinador, referindo-se à goleada por 5×1 sobre o time paulista, no mesmo Trapichão.

Ainda na opinião de Marcelo Cabo, o CSA “soube preencher os espaços e controlar o jogo”. “Eles tiveram apenas uma boa chance no final do jogo, com o Willians [Santana, atacante que entrou no segundo tempo, substituindo Diego Rosa]. No mais, chegaram apenas na bola parada. Só faltou o gol”, avaliou o treinador.

Na mesma coletiva, Cabo disse já estudar quem deve substituir o lateral Celsinho e o meia Didira, que receberam o terceiro cartão amarelo nesta tarde e, portanto, terão de cumprir suspensão na próxima rodada. “Tenho um grupo. Prova disso é que o Roger fez uma grande atuação hoje”, analisou o técnico azulino, em alusão ao zagueiro que substituiu Leandro Souza, suspenso.

Já quando perguntado sobre o próximo desafio, Marcelo Cabo afirmou que vai começar a pensar no Paysandu somente a partir da segunda-feira. Ainda sobre o confronto deste sábado, o treinador também destacou a qualidade defensiva do adversário.

“O CRB esteve bem defensivamente. Às vezes, deixamos de criar em razão da qualidade do adversário. E clássico é decidido no detalhe. Não tivemos a eficiência de incomodar um pouco mais, mas foi um jogo típico de um clássico. Somamos um ponto muito importante. Além do mais, as duas últimas rodadas foram muito boas para o CSA”, refletiu.

Quanto às substituições, Cabo afirmou que elas tiveram como objetivo fazer com que o CSA chegasse ao gol na base do contra-ataque. “Eu queria um jogo mais reativo com a entrada do Pingo. Foi quando o Didira passou a atuar um pouco mais pelo meio. A ideia era dar mais dinâmica ao jogo, explorando as costas da marcação. Porém, logo depois veio a preocupação com o cartão amarelo para o Didira [que deu lugar ao atacante Walter no segundo tempo]”, explicou o treinador, que ainda trocou Niltinho pelo também atacante Hugo Cabral, já nos acréscimos.

“No final, o jogo se desenhou para a bola longa e, por isso, resolvi colocar o Walter, que passou a fazer a articulação com os três homens de frente. O Hugo, por sua vez, entrou porque o CRB partiu para cima em busca da vitória”, concluiu Marcelo Cabo.

Por Bruno Soriano | Portal Gazetaweb.com

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