Segunda-Feira, 20 de Novembro de 2017
Esportes

Rafinha destaca união do grupo como determinante à ascensão do CSA

Por: Vale Agora Web em 03/11/2017 às 18:46
FOTO: ASCOM DO CSA

FOTO: ASCOM DO CSA

No CSA desde o início do projeto da atual diretoria, quando o clube ainda buscava um calendário mais amplo, o lateral-esquerdo Rafinha, 30 anos, está entre os atletas que renovaram com o Azulão para mais uma temporada. À Rádio Gazeta, ele destacou que a união do grupo foi determinante para a ascensão do clube, que saiu de uma Série D para a Série B do Brasileiro em apenas dois anos.

E Rafinha fala com propriedade porque chegou ao Mutange no início do ano passado, quando a única competição a ser disputada pelo CSA era o Campeonato Alagoano.

– É um momento único para o futebol de Alagoas, e a gente conseguir isso é um feito histórico. Fico muito feliz pelo que tenho feito até agora pelo CSA. Quem está aqui desde o início sabe que o projeto era grande, ousado. E, graças a Deus, a tão sonhada vaga para a Série B veio logo.

Ainda à Rádio Gazeta, Rafinha destacou também o ambiente do grupo, apesar do problema de convivência com o ex-treinador Ney da Matta – que iniciou os trabalhos do CSA na Série C.

– A união e a força do grupo foram os pontos fortes para o sucesso deste time. Para mim, este é um dos melhores grupos com que já trabalhei. Tanto que, apesar de alguns problemas surgidos neste ano, o elenco não se deixou afetar e foi em busca do acesso. Na sequência, conseguimos conquistar o título.

Por estar no Azulão desde o ano passado, Rafinha também participou do acesso à Série C. Este ano, apesar de lesões terem interrompido a sequência do jogador, Rafinha participou de 30 jogos e fez dois gols. Um foi contra o ASA, em Arapiraca, pelas semifinais do Alagoano.

Já o outro ele faz questão de descrever como se deu:

– Foi contra o Remo, já pela Série C. Para mim, marcou muito porque foi no Dia dos Pais. Infelizmente, meu pai não pôde marcar presença devido a um problema de saúde [reside em Campo Mourão, PR], mas meu irmão viu tudo da arquibancada.

Por Francisco Cardoso | Portal Gazetaweb.com

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