Terça-Feira, 17 de Julho de 2018
Polícia

Após denúncias, caminhoneiro é preso com rebite na BR- 101

Por: Vale Agora Web em 17/04/2018 às 9:16
Foto: PRF-AL

Foto: PRF-AL

Um caminhoneiro – que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta segunda-feira, 16, por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF)  na BR 101, em São Miguel dos Campos, após denúncias de condutores que trafegavam pela via, que achavam que o motorista estava bêbado e dirigia de forma perigosa. Ele foi autuado por porte de drogas.

A abordagem aconteceu no final da manhã, ocasião na qual foi verificado que ele levava consigo uma cartela vazia e outra com quatro comprimidos de nobésio extra forte, droga popularmente conhecida como rebite. O homem conduzia um Caminhão Volvo/ FH 400, carregado de milho de pipoca, que estava sendo levada para Recife, desde Mato Grosso.

Quando parado, ele estava agitado, mas o teste de etilômetro não acusou ingestão de bebida alcoólica. Os policiais perguntaram se ele fazia uso de alguma droga, mas ele negou. Após busca pela cabine do veículo, os agentes federais encontraram a droga, que ele confessou usar para dirigir.

Um condutor mostrou para os PRFs que faziam ronda pelo trecho, um vídeo de uma ultrapassagem forçada e perigosa que o mesmo motorista havia feito em São Sebastião.

A análise feita pelos policiais usando o tacógrafo (equipamento obrigatório que monitora o tempo de uso, a distância percorrida e a velocidade desenvolvida) mostra que o veículo ficou parado próximo a São Sebastião por volta de 1h30 da manhã até as 7h30. Ele havia atingido velocidades superiores a 120km/h. O homem de 36 anos foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil da região.

Rebite

PRF-ALNobésio extra forte, droga popularmente conhecida como rebite

Nobésio extra forte, droga popularmente conhecida como rebite

O Nobésio Extra Forte possui em sua composição a droga anfetamina, proibida de ser vendida e consumida no Brasil. A droga costuma ser usada por motoristas profissionais, como caminhoneiros, para inibir o sono e prolongar a viagem, desrespeitando, assim, a Lei do Descanso.

Da Redação, com PRF-AL

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