Terça-Feira, 09 de Março de 2021
Política

Câmara de Maceió e ALE retomam trabalhos e dão início a sessões ordinárias

Na Câmara, este é o primeiro ano com o número ampliado de vereadores; já na ALE, o que chamou a atenção foi o anúncio de Renan Filho de que vai recuar da ofensiva contra servidores

Por: Vale Agora Web em 18/02/2021 às 21:23
Foto: Divulgação

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A Câmara de Vereadores de Maceió e a Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) retomaram às atividades nesta quinta-feira (18). Na Câmara, esta foi a primeira sessão da nova legislatura e contou com a presença do prefeito de Maceió, JHC (PSB), que enalteceu a importância do parlamento.

Este é o primeiro ano em que a Câmara de Maceió vai funcionar com o número ampliado de vereadores, que passou de 21 para 25. São 14 parlamentares em primeiro mandato. Antes da abertura dos trabalhos, cada vereador recebeu o Regimento Interno e Lei Orgânica que devem servir de referência para as atividades diárias. A aprovação do orçamento deve ser a primeira votação da casa.

No discurso de abertura dos trabalhos na Casa de Mário Guimarães, o prefeito JHC disse que este é o momento de desmontar os palanques e construir um futuro melhor para a capital, trabalhando juntos. “Um momento de grande importância para unirmos esforços e fazer nossa cidade avançar. Por 10 anos fui deputado, estadual e federal, e sei da importância do Parlamento. O ano de 2020 foi difícil, mas o povo de Maceió é um povo forte”, declarou o prefeito.

 

Sessões na Câmara dos Vereadores foram retomadas nesta quinta — Divulgação

Já na ALE, o governador Renan Filho (MDB) prestou contas das ações de governo, principalmente para atenuar as consequências da pandemia de Covid-19. Além disso, o chefe do executivo estadual projetou novos investimentos em diversos setores e a realização de concursos públicos.

Mas o que chamou mesmo a atenção na fala de Renan Filho foi o anúncio de que vai recuar da ofensiva contra o funcionalismo – sobretudo os aposentados – e vai enviar à ALE um projeto para diminuir o percentual de 14% de contribuição previdenciária que estrangulou as contas dos trabalhadores públicos. O governador tem sido duramente pressionado pelas críticas e cobranças das entidades de classe que representam os servidores de Alagoas.

 

 

 

 

 

 

Por: Hebert Borges, Portal Gazetaweb.com

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